
Joaquim Sanatana Neto
Deseja a todos os conterrâneos
UM CARNAVAL TRANQUILO
COM MUITA ANIMAÇÃO E PAZ
DETALAHES DE NOSSA HISTÓRIA.........
De acordo com anotações do Almanak Laemmert do Rio de Janeiro (ano de 1902), Porto da Folha mantinha como Juiz de Direito o Dr. João Ferreira Faria de Oliveira, atuando na sede da comarca em Gararu. Juiz Municipal em Porto da Folha: Dr. José Luiz da Silva Tavares, suplentes de Juiz municipal: José Joaquim de Seixas e Miguel Alves Feitosa Filho; promotor: João Vieira Damasceno Ribeiro, adjunto: Manoel Gitirana; Tabelião interino: Felisberto Papa Rosa; Juízes de Paz: 1º Francisco de Paula Torres, 2º Manoel Faria Cajaseiro, 3º Eufrásio Moreira Feitosa, 4º Manoel Felix de Souza.
Em 1903 a divisão administrativa de Sergipe era composta por 12 cidades: Aracaju (capital), Capela, Estância, Itabaiana, Lagarto, Laranjeiras, Maroim, Propriá, Porto da Folha, Riachuelo, São Cristóvão e Simão Dias, constando também 22 Vilas: Aquidabã, Arauá, Boquim, Campos, Divina Pastora, Espírito Santo, Gararu, Itabaianinha, Itaporanga, Japaratuba, Nossa Senhora das Dores, Pacatuba, Riachão, Rosário, São Paulo, Santa Luzia, Santo Amaro, Siriri, Socorro, Vila Cristina, Vila Nova e Campo do Brito que era anexado ao município de Itabaiana.
Com relação à década de 1900, acha-se praticamente em aberto a firme atuação da intendência em Porto da Folha.
Em 1903, o mesmo Almanak Laemmert mencionou a atuação de João Vieira de Freitas Mello no cargo de Adjunto Promotor da localidade, assim como a dos Juízes de Paz: Francisco de Paula Torres, Manoel Faria Cajaseiro, Eufrásio Moreira Feitosa e Manoel Felix de Souza.
Em 1904, 1906 e 1907 o Almanak manteve os dados anteriores nas publicações anuais relativas, ou seja: não houve informação de remanejamento no quadro das autoridades em Porto da Folha.
Fonte: JOAQUIM SANTANA NETO em fevereiro de 2026














